sexta-feira, fevereiro 15, 2013

Blackmore's Night Anuncia Novo CD, Tour e Surpresas!

Candice Night (vocalista do Blackmore's Night) anunciou em seu twitter, o @TruCandiceNight, que a banda acabou de gravar o novo album. Embora ainda não anunciram o nome do novo CD, ela já anunciou uma nova surpresa, ela mesma irá gravar um álbum de canções de ninar, que conta com uma ajudinha de composição inusitada, a da própria filha do casal, a Autumn Esmerelda Blackmore.

  

Algumas datas da nova Tour da banda "OVER THE SEA TOUR 2013" já foram anunciadas.

Junho 15 – Palace Kiev - Ucrânia
Junho 18 – Crocus Moscow  - Russia
Junho 20 – BKZ OKtyabrsky St Petersburg - Russia
Junho 26 – Escócia (será anunciado local)
Junho 28 – Newcastle Mill Volvo Tyne Theatre - Inglaterra
Julho 1 – Wolverhampton Grand - Inglaterra
Julho 3 – Salisbury City Hall - Inglaterra
Julho 5 – Guildford G Live - Inglaterra
Julho de 7 a 23 – Alemanha (serão anunciados os locais)

Fontes: BlackmoresNight.Com / @TruCandiceNight

sábado, janeiro 19, 2013

Fãs de Carteirinha :)

Quer a sua?
Mande seus dados!

Nome:
Música:
Fã desde: 
E uma foto de rosto anexada. 
Para o e-mail: blackmoresnight.brazil@gmail.com

Elas estarão disponíveis na nossa Fanpage no Facebook: Clique Aqui

terça-feira, outubro 16, 2012

Entrevista com a Candice Night - Cartouche Magazine - Pets, Animals and Charity

Uma entrevista que eu fiz com a Candice Night, saiu em 22/09/2008, no Cartouche Magazine. Foi uma das coisas mais especiais que já fiz na vida, além de ir no concerto deles no ano passado em Veldenstein. O Blackmore's Night tem sempre sido uma paixão na minha vida. E a Candice Night sempre uma referência como mulher e ser humano.

A Entrevista saiu na Edição #2 da Cartouche Magazine. Vamos relembrar, é só clicar nas imagens para aumentar:

CLICK to enlarge the images!






sábado, outubro 13, 2012

Entrevista com o Bard David of Larchmont

Blackmore's Night, o aclamado grupo Renascentista-Folk-Rock, liderado pelo ex-guitarrista do Deep Purple e do Rainbow, Ritchie Blackmore e sua esposa, Candice Night, vai tocar no Tarrytown Music Hall, na quinta-feira 25 outubro as 08:00h. A banda já lançou 9 álbuns desde que estreou em 1997 com "Shadows of the Moon", o último sendo este ano o "A Knight in York."

Entre os membros da banda está o Bard David de Larchmont, David Baranowski, (na foto), que contribui como tecladista e backing-vocal.

Originalmente de Nova York, David participou do Conservatório de Música no Purchase College, graduando-se com o grau de Mestre em 1997. Enquanto na época de escola, ele viveu em New Rochelle, antes de se estabelecer em Larchmont. 

Ele trabalhou como diretor musical e organista de uma igreja local, além de acompanhar grupos variados de coral, como o Hudson Chorale e o Westchester Chorale Society. Ele atualmente reside em Danbury, CT. com sua esposa Jennifer, onde ele é organista e diretor musical para a Igreja Católica de San José.

Apesar de ter tocado em uma variedade de bandas de rock locais, enquanto crescia, Blackmore's Night é a primeira banda mais famosa no gênero. Embora a banda tenha uma influência clássico / medieval significativa, eles também tendem a improvisar um pouco com toques de rock.

"Não existem 2 shows iguais", disse David, "E o Ritchie gosta de mudar as coisas."

Muitos músicos clássicos têm dificuldade com a improvisação, pois é algo que eles não treinam, especialmente em nível de graduação, mas David diz que tocar em bandas de rock na sua juventude o preparou para isso.

"Ou é algo que você tem ou algo que você não tem", disse ele, a respeito da capacidade de improvisar.

Ele disse que gosta de trabalhar com Ritchie Blackmore, e afirma que ele não é o tirano que algumas pessoas fazem-no ser. "Ele é um guitarrista de rock com influência clássica, e ele gosta de estar próximo deste tipo de pessoas", disse David, citando como exemplo o falecido Jon Lord, do Deep Purple que é um tecladista classicamente treinado. "Eu vi o seu iPod, e ele ouve a todos os clássicos." disse David.

"Ao contrário de um conjunto clássico, em que são entregues partituras com as notas exatas para tocar, o Blackmore's Night tende a trabalhar os arranjos", disse David. "Eles (Blackmore e Night) tem um plano de tocar, uma idéia de onde eles querem que as músicas precisam ir, mas nada definitivo. Nós trabalhamos em ensaios e, eventualmente, chegamos com os arranjos. "

David tocou por toda a Europa e América, com o Blackmore's Night , mas ele é especialmente animado para tocar em Westchester. É como voltar para casa, e ele pode dormir em sua própria cama!

Fonte: http://www.harrisonherald.com/hh1.html

sábado, outubro 06, 2012

Call It Love - Novo vídeo da Candice Night (solo)

A Candice Night vem realizando aos poucos seu trabalho solo, no ano passado ela lançou o cd solo Reflections, recheado de músicas que vão do soft rock, ao folk, tem alguns toques da música do que ela já vinha realizando com o Blackmore's Night.

Deste album Reflections, além do single Black Roses que ganhou seu vídeo, agora chegou a hora de Call It Love. Um vídeo impecavelmente bonito, tem uma história romântica, foi gravado na Alemanha, na área de Kloster Weltenburg. Confira as lindas imagens

quarta-feira, outubro 03, 2012

Mensagem do Ritchie Blackmore sobre o falecimento de seu professor de Guitarra, Big Jim Sullivan -


"I first met Jim Sullivan in 1958. He was introduced to me by my sister in laws brother. We both lived in the same area: in Middlesex, Cranford. He was playing with Marty Wilde and the Wildcats. He showed me another level of playing. He was probably the most advanced guitarist in the London area. I would listen to the radio every week there was a Marty Wilde show. Jim was often featured on the show so I was glued to the radio. He also made some great instrumentals. One being Trambone and one being Peak Hour. He was the 1st guitarist to play through a wah wah pedal. It was a Deamond foot volume and tone control. I remember an instrumental called the bat, where he used the pedal. That would've been around 1959. Last time I saw Jim was in LA where he was playing with Tom Jones. He was one of England's finest players, a mentor and a good friend for me. His playing will always be in my heart and live on. God bless you Jim." -Ritchie
Big Jim Sullivan faleceu aos 71 anos, era considerado um dos introdutores do estilo de tocar guitarra do Rock britânico. E o Ritchie Blackmore foi um de seus alunos.

sexta-feira, agosto 31, 2012

Video | Blackmore's Night toca Smoke on the Water

No show de Berlin dia 3.Ago, o Blackmore's Night tocou uma fantastica versão de Smoke on the Water, prestando uma homenagem ao Jon Lord, uma Intro suave e o maravilhoso rock/medieval tomando o publico depois! Confira:


Fonte: Silber7 on Youtube

sábado, agosto 11, 2012

Carta de Fã | Roberto Fiori

É sempre muito legal receber essas cartas de fãs do Ritchie Blackmore e ver que somos todos conectados e que percebemos a arte musical de nosso Mestre com o mesmo sentimento 'desenhado' por meio de palavras que este fã nos escreveu. Segue a carta de Roberto Fiori ao nosso Fã Clube =)


"Prezada sra. Elen Perez:

Ritchie Blackmore é o menestrel-mestre do século XXI, pois conciliou uma técnica extremamente apurada com a cultura renascentista e medieval dos músicos de outrora.

Estudo guitarra elétrica e possuo  tablaturas de algumas composições de blues e rock. Como é possível que em uma única música, como “Smoke on the Water”, ele se utiliza da grande maioria dos efeitos de guitarra, como bend-up, slide, palm-mutting, vibrato e inclusive sucessões entre vários desses recursos, uns em seguida dos outros? Smoke on the Water é uma música antiga, dos tempos em que ele era guitarrista do Deep Purple, ainda antes do incrível Rainbow. Já naquela época do Purple, Blackmore era muito talentoso, mas depois de criar músicas como a melodiosa e rápida “Wasted Sunsets”, e a sua complexa obra-prima “Anybody There”, dos áureos tempos do Rainbow, ele se tornou realmente grande.

Muitos o colocam abaixo de guitarristas do calibre de Jimmy Hendrix e Jeff Beck. Ou mesmo de Eric Clapton. Mas outros já criticaram Hendrix, por ele utilizar de distorção em demasia. Chamam Jeff Beck de “lenda viva da guitarra”, mas ele não possui estudo de música clássica, pelo que eu sei, o que penso que é uma grave deficiência. Meu antigo professor de guitarra me dizia que Eric Clapton foi auto-didata, que se fez por si mesmo. Eu já ouvi muita coisa sobre super-guitarristas: Steve Vai tomava café-da-manhã, almoçava e jantava debruçado sobre sua guitarra e Yingwie J. Malmsteen seria hoje o mais rápido guitarrista do mundo. Malmsteen alia técnicas de heavy metal com música clássica, mas Blackmore possui, além de uma sólida e virtuosa formação em música clássica, uma técnica nunca alcançada por guitarrista algum, em qualquer época.

Falo com certa propriedade. Comecei a tocar riffs de blues, músicas como “The Loner” e “Nothing’s the Same”, de Gary Moore. Aprendi a tocar músicas do nível de “The Loner”, que não exigem muito do músico, em termos de acordes. Só há um longo solo, um sonho musical do começo ao fim, lento no início e rápido no fim. Com treino e paciência, qualquer um pode tirar essas músicas, basta ter a tablatura, os acordes e acompanhar a música em um aparelho de som. É simples.

Mas tentar tocar “Anybody There” ou “Wasted Sunsets”, ou qualquer música de Ritchie Blackmore do jeito que ele toca, do modo como ele faz para abafar as cordas... é algo que não se consegue senão em pelo menos treze anos. Eu estudei pouco, apenas dois anos, mas sei a diferença entre um Gary Moore e o Blackmore. Não é adulação, um puxa-saquismo, mas o cara é único. E vi na Internet que ele tem 67 anos, se não me engano. Ou seja, se ele era bom, agora atingiu uma perfeição conseguida com experiência e muito treino, depois de mais de quarenta anos de estrada.

Parabéns pelo fan-clube e estou contente de saber que Blackmore faz cada vez mais músicas de tão alta qualidade. O CD “Under a Violet Moon” é excepcional. Músicas como a viagem de “Weiss Heim”, as hipnóticas “Still Remember” e “Mond Tanz” ou ainda músicas como “Secret Voyage – Far Far Away”, que contam uma história mágica, que nos levam aos reinos da fantasia e do sonho. Por que, pergunto a mim mesmo – e espero que vocês do fan-clube “Blackmore’s Night Fan Club and Street Team” me respondam – como alguém consegue arranjar, compor e executar canções em tamanho número e variedade, com tanta versatilidade e habilidade?

Sim, pois vocês devem ter percebido que Blackmore pode fazer soar uma nota com uma clareza e nitidez impressionantes, com o som “arredendado” – sem que haja ruídos que se tira ao raspar a palheta de modo desagradável. Eu consigo fazer esse som de vez em quando e só após duas horas seguidas de treino. Ritchie Blackmore faz isso sempre que quer, durante minutos a fio, em que a melodia é sempre complicada, sempre com grande influência do clássico.

Eu gostaria que Blackmore fizesse sempre mais e mais canções como as que compõe no Blackmore’s Night, ao lado de Candice Night que, além de muito bela, possui uma voz diferenciada e doce, versátil o suficiente para cantar “Wish You Were Here” e “Self Portrait”, músicas tão diferentes e impressionantes, pois a primeira revela uma beleza de voz inigualável e a segunda é até agressiva, sua letra e melodia poderosas.

E que o fan-clube de Blackmore’s Night continue revelando sempre novidades sobre este que é o maior gênio da música de rock e da Renascença, ao lado de Candice Night e seu grupo de músicas belíssimas, Blackmore’s Night.

Longa Vida a Ritchie Blackmore!

Roberto Fiori."